5 – ENTRE CÔNJUGES
Prossiga amando e respeitando os pais,
depois da formação da própria casa, compreendendo, porém, que isso traz novas
responsabilidades para o exercício das quais é imperioso cultivar independência,
mas, a pretexto de liberdade, não relegar os pais ao abandono.
Não deprecie os ideais e preocupações do
outro.
Selecione as relações.
Respeite as amizades do companheiro ou da
companheira.
É preciso reconhecer a diversidade dos
gostos e vocações daquele ou daquela que se toma para compartilhar-nos a
vida.
Antes de observar os possíveis erros ou
defeitos do outro, vale mais procurar-lhe as qualidades e dotes superiores para
estimulá-los ao desenvolvimento justo.
Jamais desprezar a importância das
relações sexuais com o respeito à fidelidade nos compromissos
assumidos.
Não sacrifique a paz do lar com discussões
e conflitos, a pretexto de honorificar essa ou aquela causa da Humanidade,
porque a dignidade de qualquer causa da Humanidade começa no reduto
doméstico.
Não deixe de estudar e aprimorar-se
constantemente, sob a desculpa de haver deixado a condição de solteiro ou de
solteira.
Sempre necessário compreender que a
comunhão afetiva no lar deve recomeçar, todos os dias, a fim de consolidar-se em
clima de harmonia e segurança.
André
Luiz
Médium: Francisco Cândido
Xavier,
Do livro “SINAL VERDE” – edição
CEC